Publicado por: Guilherme Júnior | quinta-feira, 1 março, 2007

“Tudo posso naquele que me conecta”

Exatos três meses após o primeiro (e último) post publicado neste blog, resolvi voltar a campo e colocar mais umas observações, e de quebra vou fazer um trabalho pra facu, hehehe… A tarefa do dia (ou da noite, já que já são 22h05) é comentar a seguinte frase, de André Lemos:

“A micro-informática, base da cibercultura, é fruto de uma apropriação social”

O que é perceptível é o grande aumento do interesse pela informática já há alguns anos, como uma exigência para a não “exclusão digital”. No entanto, essa tecnologia não foi bem assimilada em seu princípio. O acesso era restrito às areas acadêmicas e militares, mas mesmo conforme se aproximava do público em geral, sua assimilação se deu com dificuldade.

Conhecer a informática tornou-se um meio de interagir com o mundo, excepcionalmente após o surgimento e popularização da Internet. Porém, quando vamos tomando contato com essa nova tecnologia, também temos possibilidade de interagir com ela, descobrir e criar meios de intervenção dos mais diversos tipos.

Criar um blog, manter um e-mail, produzir um website não são as únicas possibilidades no espaço virtual. No estágio atual, nos parece possível qualquer tipo de intervenção através da Internet, desde organizar amigos pra um churrasco até formar frentes de combate à emissão de carbono na atmosfera. É esse pseudo-poder que nos parece estar nas mãos. Será que sabemos como lidar com ele?

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Responses

  1. Guilherme,
    Acho que foi um bom pretexto para você reativar o seu blog. Você poderia ter iniciado sua argumentação a partir das últimas duas frases do comentário. Elas trazem questões importantes. Espero que você ainda venha a desenvolver esse raciocínio.
    E você fez, de longe, o título mais criativo que eu vi nos últimos tempos. Tente escrever algo a partir dele.
    Abraços

  2. O dia em que soubermos realmente lidar com ele e conhecer seus limites (ou ilimites), ele deixará e ser pseudo para transformar-se em um poder bastante real, embora virtual.


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